VBI não quer que FVBI seja vendido

FIIs citados: FVBI, THRA, RBRR

FIIs que possuo: FVBI, THRA

FVBI

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HFOF sendo conservador no segundo semestre

FIIs citados: MFII, VGIR, HFOF, BRCR, EURO

FIIs que possuo: MFII, HFOF

MFII

AGE marcada para 30 de abril de 19. Oferta 476 no total de 53.5 MM BRL (montante mínimo 107 mil reais – mil cotas), preço de emissão de 107 reais por cota (+ 3 reais de taxa) e o direito de preferência é 0.25.

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[ENG] Fitch approaching ESG

As of January 7, 2019, Fitch has implemented ESG relevance score for all corporates it covers.

According to Fitch, there was a great demand from credit industry stakeholders in recent years about the impact of ESG on credit rating. Stakeholders are worried mainly on WHEN and HOW it occurs.

It’s important to note that not all ESG risks impact the company’s credit risk (Fitch’s main focus). In fact, less than 5% of ESG risks affect the company’s credit risk.

Fitch’s proposal is to remain focused on credit. Fitch does not want to measure the evolution of the company’s ESG, if ESG is currently good or bad or if there is an expectation of improvement; just focus on developing a score and how it affects credit.

Fitch has developed 14 ESG elements: 5 for Environment, 5 for Social and 4 for Governance (listed below).

In the Fitch global study, only 22% of the issuers had a score of 4 or 5. Looking at Brazil, 55% had a score of 4 or 5; the main issue was governance. This demonstrates the need for improved governance in Brazil.

The ESG rating is assigned by the same analyst team that currently assigns the credit rating.

See the video in the link.

Also see the presentation in the link.

[POR] Approach da Fitch no ESG

A partir do dia 7 de janeiro de 2019, a Fitch implementou ESG relevance score para todos corporates que ela acompanha.

Segundo a Fitch, havia uma grande interesse dos stakeholders da indústria de crédito nos últimos sobre o impacto do ESG na atribuição de rating de crédito.

Nem todos riscos ESG impactam o risco de crédito da companhia (principal foco da Fitch). Na verdade, menos de 5% dos riscos ESG afetam o risco de crédito da companhia.

A proposta da Fitch é permanecer focada no crédito. A Fitch não quer medir a evolução do ESG da empresa, se atualmente o ESG é bom ou ruim e se há expectativa de melhora; apenas faz um score.

Fitch desenvolveu 14 elementos ESG: 5 para Environment, 5 para Social e 4 para Governance (listados abaixo).


No estudo da Fitch global, apenas 22% dos emissores tiveram algum score 4 ou 5. Olhando para Brasil, 55% tiveram algum score 4 ou 5; o principal issue era governança. Isso demonstra a necessidade de melhoria de governança no Brasil.

Quem define o rating ESG é o mesmo time que já define o rating de crédito da empresa.

Veja no vídeo no link.

OUFF quer ser o FoF com menor taxa de adm/gestão

FIIs citados: VLOL, RBGS, FIIP11b, OUFF, AEFI

Possuo: RBGS, AEFI

VLOL

Atualmente com 7% de vacância, comentou no relatório gerencial de março que está negociando com um grande operador varejista para área da marquise central e algumas visitas no 8º andar (vago).

Ativo bom, mas pequeno. Prefiro o FVBI. Não possuo VLOL

RBGS

Relatório gerencial de março reportando dados bons, como em todos os outros shoppings. Ponto a monitorar é a inadimplência bruta. Comentaram que foi um grupo específico de cotistas e já estão resolvendo a situação. Espero que seja pontual. Vacância ainda está alta (2 dígitos), mas vem caindo.

Tenho RBGS. Acredito que está amassado.

FIIP11b

Relatório gerencial de março informa que Magazine Luiza irá realmente desocupar o imóvel em Ibiporã (PR). Não há atualização sobre quem irá ocupar o imóvel após a saída da Magazine Luiza.

OUFF

Oferta CVM 400, montante total de 100 MM BRL sendo mínimo de 25 MM BRL. É a primeira oferta do fundo.

O pitch de venda da OUFF é ter uma taxa de adm/gestão menor que peers. Cobrar apenas 0.35% é bom para o cotista.

Mas, por outro lado, OUFF quer 30% de performance do que superar o IFIX, enquanto boa parte cobra 20%

O gráfico abaixo mostra um dos grandes motivos meus para otimismo no médio prazo com lajes corporativas. Então, quem tem FIIs de laje corporativa, pense 2 vezes antes de vender

AEFI

O fundo divulgou via fato relevante que postergou por mais 90 dias a discussão da troca de ativos com a Kroton.

Pelo que entendi a questão é técnica, não uma discussão entre Rio Bravo e Kroton (menos mal).

Esperamos então uma solução até dia 17 de julho de 2019.

Tenho AEFI e estou aguardando saber o preço da possível nova oferta.